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Há muita gente que pensa que somente famosos e adolescentes tuitam. Outros ainda pensam que é excesso de exposição e inseguro estar no Twitter. Mas um menor grupo de pessoas e empresas já enxergam no Twitter uma ótima ferramenta para potencializar seus negócios.

O Twitter está sendo usado pelas empresas para cumprir com alguns de seus objetivos de marketing. Mas independente das empresas quererem aumentar a divulgação de sua marca, trazer novos clientes, agregar valor aos seus consumidores, estar mais próximo de seu cliente, posicionar-se no mercado ou diferenciar-se de seus competidores, todas elas parecem estar se rendendo ao poder das mensagens de 140 caracteres.

Muitos empresários já entraram neste universo e têm obtido êxito. Basta conferir a quantidade de pessoas interessadas em saber o que eles estão escrevendo, ou melhor, tuitando!

Abaixo, alguns exemplos de posts em Julho de 2010.

A fórmula adotada por eles é uma mescla entre assuntos profissionais e mensagens casuais. Não adianta ser 100% formal.  As pessoas seguem os empresários, porque além de se identificarem com as empresas e organizações que eles representam, elas querem também conhecer quem está por traz daquela instituição.

A internet revolucionou a forma como nos comunicamos e nos traz hoje a possibilidade de encurtar distancias e trocar informações em tempo real, com pessoas de qualquer canto do mundo. Além disso, o Twitter é uma ótima ferramenta para saber o que seus clientes pensam ou como reagem de maneira transparente e instantânea.

Empresários que tuitam colaboram com a humanização das organizações. Num mundo cada vez mais tecnológico, cada vez mais interligado e ao mesmo tempo distante e mais frio, pode ser um diferencial, ter uma organização “de carne e osso” e mais conectada com seus clientes.

Aproveite o ambiente virtual proporcionado pelo Twitter e circule entre seus consumidores!

Retrospectiva e recomendações dos livros que li em 2010.


Good to Great, Jim Collins

Foi o primeiro livro que li em 2010 e sem dúvida, o melhor deles. Todos os executivos deveriam lê-lo duas vezes. Este livro mostra como criar e administrar uma empresa excelente. Indicado para todos os profissionais de marketing e com poder de decisão.


Managing Brand Equity, David Aaker

David Aaker é a maior autoridade em branding e seus livros são referências. Este livro é fundamental para quem objetiva elevar o valor de sua marca no mercado. Quais as vantagens de ter uma marca valiosa? Como isso pode influenciar a decisão de compra dos consumidores? Imperdível. Comecei a lê-lo em Fortaleza.


Creating Customer Evangelists, Ben McConnell

Excelente livro que mostra como uma empresa pode agregar valor aos seus clientes. As redes socias são um canal ideal para aplicação e disseminação dos conceitos apresentados. Crie uma força de vendas a custo zero, tendo consumidores evangelizadores de seus produtos. Foi um presente de meu chefe.


Safari de estratégia, Henri Mintzberg

Leitura um pouco difícil e que explora sob diversos ângulos, as diferentes realidades das organizações que definirão diferentes estratégias. Texto bem acadêmico e com muitas referências a pesquisas. Foi recomendado no MBA.  Chamou-me bastante atenção um capítulo dedicado a influência do poder das pessoas na definição das estratégias das organizações.


10-10-10, Suzy Welch

Neste livro, escrito pela esposa de Jack Welch, pensamos sobre como nossas decisões afetarão nossas vidas nos próximos 10 minutos, 10 meses e 10 anos. Confesso que a leitura do livro fica meio repetitiva depois de assimilado o conceito. Não compre! Pegue emprestado, assim como eu fiz.


Samuel Klein e Casas Bahia

Excelente livro! Ganhei numa palestra da Franklin Covey em Novembro de 2009. Terminei em 3 dias. Para quem se considera um empreendedor, leia a história de Samuel Klein! Uma lição de vida e algumas curiosidades sobre a construção das Casas Bahia. A primeira parte, que narra a sua vida nos campos de concentração explicam a determinação e a vontade de vencer deste homem. Lido em Julho de 2010.


O Homem mais Rico da Babilônia

Se você já leu Pai Rico Pai Pobre, poderá achar os conceitos deste livro bastante parecidos. Trata-se de um livro de finanças pessoais que vai lhe passar alguns conceitos fundamentais para conquistar tranquilidade financeira e aprender a lidar com o dinheiro.  Quanto mais jovem iniciar a leitura deste livro, melhor. Este livro já teve mais de 1.500.000 leitores nos EUA.  O livro é pequeno, a leitura é interessante e pode ser concluído em 3 dias.


Personal Branding, Construindo sua marca Pessoal

Leitura atual. Posto informações em breve.


Você sabe o que estas empresas fazem?

Mahindra Satyam é uma empresa indiana de consultoria e serviços, fundada em 1987. Ela é patrocinadora da Copa do Mundo de 2010 e a provedora oficial de serviços de TI para a copa do mundo de 2010. Eles desenvolveram para a FIFA diversos sistemas e softwares para controlar o bom funcionamento do evento.

Continental é uma empresa  alemã fabricante de pneus fundada em 1871. Ela também é patrocinadora  da Copa do Mundo de 2010.

Ambas as empresas conseguem, nesta Copa, colocar suas marcas nos estádios. Milhões de pessoas ao redor do mundo inteiro verão estas duas marcas em suas televisões durante alguns jogos da copa. A exposição destas marcas de maneira efetiva e repetitiva contribuirá para um aumento de Brand Equity para ambas.

Mas para quem não sabe o que a Mahindra Satyam faz, assistindo aos jogos da copa, poderá continuar  sem saber. Isso acontece pois  quando a marca aparece na televisão ou em fotos, somente se vê o logo da empresa que não passa da escrita diferenciada das palavras Mahindra e Satyam. Mas o que esta empresa faz?  Não há mais nada escrito, nem foto, nem slogan.

Já a Continental mostra seu nome sempre junto com um pneu. As pessoas que ainda não conhecem a marca farão esta associação. Da próxima vez que for trocar de pneu e lhe oferecerem a marca X, Y ou Continental, pelo menos, com a marca Continental você já terá alguma familiaridade. E o que o Brand Equity diz é que isso pode influenciar na sua escolha.

Pense nisso ao fazer uma ação de branding.

Mantenha o seu foco no cliente, mas evite os erros abaixo.

  1. Enviar uma newsletter com o “Por favor, não responda a este e-mail”. Muitos não perceberam que um fator de grande sucesso das redes sociais está na comunicação bi-lateral. Hoje e sempre os consumidores querem e quiseram ser ouvidos. A web 2.0 é colaborativa e as pessoas querem interagir. Por quê achar que as pessoas vão receber seu e-mail e não terão o direito de te responder? Pelo contrário, deveria haver um link para feedbacks e sugestões.
  2. Não ter um telefone para contato no seu website. Desde uma empresa prestadora de serviços até uma fábrica, você precisa dos seus consumidores para fazer negócios, certo? E por quê não quer falar com eles? Se você tem problemas internos de não conseguir suportar o volume de ligações recebidas, acha justo que os seus clientes paguem o pato?
  3. Call-center sem opção de falar com uma operadora.  Do que adianta ter um telefone para contato se nenhuma das opções do atendimento automático atende suas necessidades? É preciso falar com alguém. E esta opção deveria estar clara no menu e ser uma das primeiras opções, não acha?
  4. Não dar desconto à vista. Não se pode aceitar os juros quando se quer pagar à vista, nem as taxas embutidas das operadores de cartões de crédito ou débigo quando se quer pagar em dinheiro.
  5. Valorizar o cliente só quando ele está indo embora. Por quê é preciso implorar para se cancelar um cartão de crédito? Por quê, só quando estamos cancelando que nos é bonificada uma anuidade? Não é na hora da despedida que se deve valorizar um cliente, mas durante todo o ciclo de vida do mesmo.
  6. Não ter um serviço padronizado. Produtos fábricados em série tendem a ser iguais e terem uma mesma característica. Mas quando falamos de serviços, a realidade é diferente. Não se pode prestar um serviço bom num dia, excelente no outro dia e ruim num terceiro dia. O consumidor cria expectativas baseadas em sua experiência ou recomendação de outros. Oscilar no nível do serviço prestado é altamente prejudicial.

Na sua opinião, qual seria o sétimo erro de marketing que as empresas estão cometendo? Escreva!

Foco no consumidor

O que as empresas deveriam fazer para potencializar suas vendas?

Você já comprou algo porque alguém te convenceu que era muito bom? Com certeza você já deve ter passado por isso alguma vez. E o contrário também é valido. Você já deve ter convencido alguém a comprar um produto ou serviço.

A situação acima descreve um tipo de consumidor que todas as empresas sonham em ter, são os evangelizadores. Em inglês, customer evangelists. Por quê é tão interessante para as empresas estar cercada de evangelizadores? Simples, o baixo custo. É muito mais barato ter alguém fazendo a venda do seu produto proativamente do que investir em propaganda ou ter dezenas de vendedores a mais para fazer este papel.

E como as empresas podem ter seus evangelizadores? Tendo um produto de qualidade superior que seja vendável por si só? Não, é preciso investir nos seus clientes. O foco precisa estar no consumidor.

Como fazer isso:

  1. Esteja em contato com seus consumidores. Esteja perto dos seus consumidores e sinta na pele o que eles estão sentindo. Se você é responsável por uma empresa de aviação, viaje com os passageiros na classe econômica e converse com eles.
  2. Vasculhe a web. Veja o que estão falando de sua empresa na internet. Participe das redes sociais e permita que as pessoas tenham mais um canal de comunicação com sua empresa. Por mais que andam falando das inúmeras vantagens das redes sociais, para mim, ter um canal onde o consumidor pode se expressar é o maior benefício.
  3. Tenha um espaço para comentários no seu website. Facilite o trabalho dos consumidores que querem falar com você para dar sugestões, reclamar ou comprar. Você sabia que só reclamam 1 em cada 26* consumidores insatisfeitos?
  4. Veja o que está acontecendo no call-center. Você sabe exatamente que tipo de ligação seu call-center está recebendo? Quantas reclamações, quantas dúvidas, quantos consumidores interessados em seus produtos? O quê as pessoas estão falando que você não está usando em seu favor?
  5. Pesquisa de Satisfação. Faça uma pesquisa de satisfação através do telefone ou uma pesquisa on-line para realmente entender o que os consumidores acharam do produto comprado ou serviço realizado.
  6. Crie um Advisory Board. Convide alguns consumidores a se reunirem regularmente com você a fim de te dar feedbacks e inputs sobre seu produto ou serviço. Também pode ser uma ótima ocasião para comparem o seu trabalho com o da concorrência.

Faça tudo isso e estará no caminho certo para ter um produto excepcional ou prestar um serviço diferenciado. Os evangelizadores virão naturalmente. Mas não cometa o erro de pensar que só porque tem um produto excelente ou serviço impecável possam existir evangelizadores. É preciso saber o que realmente os seus consumidores querem e pensam. Foco no cliente!

Conceitos extraídos do livro Creating Customer Evangelists dos autores Ben McConnell e Jackie Huba.

*Fonte TARP, uma empresa de pesquisa americana.

Hoje estou num Hospital e devo ficar aqui pelos próximos 2 dias.  Como não sou o paciente e sim o acompanhante, aproveito o tempo para responder uma complexa pergunta:

Por quê algumas empresas conseguem cobrar preços mais elevados do que outras  que prestam o mesmo serviço?

Primeiramente, por que o preço é um dos componente mais evidencia como um empresa está posicionada no mercado. Através do preço, você define o tipo de cliente que vai atender. Depois, por que produtos com maior qualidade podem ter preços mais altos.

O grande desafio é fazer com que seus clientes percebam a qualidade de seu serviço. De acordo com Aaker, as 5 dimensões da Qualidade Percebida, são:

  • Tangibilidade: Mesmo em serviços, há alguns elementos tangíveis. As instalações e o pessoal de atendimento devem transmitir uma imagem profissional e de qualidade. Aqui no hospital, os quartos têm wi-fi. Já ganhou muitos pontos comigo.
  • Confiabilidade: Todos os procedimentos médicos foram adequados e a missão foi cumprida. A paciente encontra-se bem após a cirurgia. Diversos homens públicos e personalidades escolhem este hospital e isso transmite confiança.
  • Competência: Aqui trabalham renomados médicos, formados pelas melhores escolas de Medecina do Brasil, com participação em congressos internacionais e com uma sólida experiência profissional.
  • Acessibilidade: Assim que acabou a operação, o médico veio até o quarto durante cerca de meia hora ficou batendo um papo sobre a cirurgia e os próximos passos. A equipe de atendimento deve estar apta e disponível para interagir e atender as demandas dos clientes.
  • Empatia: Todas as enfermeiras que nos atenderam tinham um sorriso no rosto, nos olhavam nos olhos e demonstravam boa vontade. Não estavam fazendo somente o seu trabalho mas demonstravam real interesse em fazer o paciente sentir-se bem. As pessoas devem conseguir transmitir empatia, atenção e tratamento individualizado para seus clientes.

Conseguindo explorar bem estas cinco dimensões da Qualidade Percebida, você conseguirá ter uma coerência entre preço, público e serviço. Invista em alguma destas dimensões e conseguirá diferenciar-se dos seus concorrentes cobrando mais por isso. Esqueça estas dimensões e seus consumidores vão achar que estão pagando muito por isso.

A qualidade percebida é uma medida comparativa e está na cabeça do consumidor e não de posse da empresa. Não adianta achar que tudo que você faz é bom e tem qualidade. Se o seu consumidor te compara com seu concorrente e vê melhores resultados no outro lado, está na hora de repensar.

Apesar da pesquisa ter sido realizada há cerca de 3 meses, seguem alguns dados para compreender onde estamos e o que estamos acessando.

No gráfico 1, é preciso lembrar que são números globais. Isso quer dizer que no mundo, as pessoas estão acessando mais o Twitter que o Orkut. Porém, sabe-se que o Orkut faz muito sucesso entre brasileiros e indianos.  Portanto, se avaliarmos somente no Brasil, o Orkut ainda tem mais acessos que o Twitter. Mas este número está diminuindo pois muita gente está migrando para o Facebook e conhecendo o Twitter.

Já no gráfico 2, vemos que somos o sétimo país que passa mais tempo nas redes sociais.

Fonte: comScore e Nielsen

Brand Awareness num supermercado

Costumo ir ao supermercado uma vez a cada quinze dias. As vezes passo até mais tempo sem fazer compras. Na rotina de uma grande metrópole como São Paulo, em que se almoça e se janta fora de casa na maior parte da semana, um casal sem filhos em que ambos trabalham consegue adaptar sua rotina para abastecer a casa a cada quinze dias ou mais.  Este é o meu caso.

Vale ressaltar que o meu papel quando estou no supermercado, se resume a comprar itens como castanhas, isotônicos, água com gás, bebidas e queijos. Deixo que minha esposa se encarrega dos itens básicos do lar.

Entretando, em uma determinada ocasião por uma exceção, tive de ir ao supermercado sozinho fazer as compras da quinzena. Mas por precaução, fizeram uma lista para que eu não esquecesse nada.

Assim que entrei no Pão-de-Açúcar, avistei as frutas. Já pararam para pensar que as frutas não tem marca! Você escolhe uma banana prata ou uma maça chilena, mas nunca sabe o nome do produtor. Se há alguma marca de banana e maça, meu conhecimento desta marca é nulo (Unaware of Brand).

Bom, peguei as bananas e maçãs e rumei em direção aos laticínios. Na minha lista de compras havia iogurtes, mas sem menção de sabor ou marca. Tive de tomar uma decisão baseada na minha memória e associações mentais construídas. As marcas que eu lembrava eram Danone e Batavo. Peguei os iogurtes Danone. Para mim Danone é uma marca familiar, me lembra a imagem de uma familia saudável, de bons hábitos e por isso Danone deve ter bons produtos. (Brand Recall). Não me lembro de uma propaganda da Batavo.

Chegou a hora de comprar o arroz. Não me lembrava de alguma vez ter comprado arroz. Ou pelo menos decidido qual arroz escolher. Neste momento ficou a dúvida e tive que olhar todas as opções disponíves. Chegando perto, vi o nome de muitas marcas pela primeira vez. Mas uma logo de chamou a atenção e me senti confortável em pegar: Reconheci a Tio João. (Brand Recognition)

Depois de ter colocado outros itens no carrinho e chegando ao fim da lista de compras, li a palavra Omo. Não estava escrito sabão em pó Omo. Só havia Omo. A marca é tão forte que não precisa nem mencionar a categoria. Isso é excelente (Top-of-mind). Esta compra foi fácil.

Importante notar que em nenhum momento minha compra estava baseada no menor preço de cada produto. Voltando para casa, todos os produtos agradaram.

No exemplo verídico acima, passamos rapidamente pelo conceito de Brand Awareness e procurei ilustrar os quatro níveis de Awarness descritos por David Aaker em seu livro Managing Brand Equity.

Brand Awareness é a capacidade de um potencial comprador reconhecer que uma marca é membro de uma categoria de produtos. Seus quatro níveis são:

  • Unaware of Brand:  Ex: Se mostrarem vários nomes de marcas de leite e perguntarem quais marcas você conhece? Se sua resposta for o total desconhecimento, não há Awareness.
  • Brand Recognition: Se quando feita a mesma pergunta acima, nomes como Parmalat, Leco ou Vigor forem mencionados, há um reconhecimento.
  • Brand Recall: Se for perguntado, quais as  marcas de óleo de cozinha que você conhece (sem mostrar nenhuma marca) e você responder uma ou mais.
  • Top-of-mind: A marca que mais for lembrada por diferentes pessoas, quando feita a pergunta acima.

A importância do Brand Awareness é influenciar a sua decisão de compra. Mas como aumentar o brand awareness? Uma das respostas é fazendo uma campanha de anúncios de forma recorrente. Mas há outras formas e serão certamente temas de futuras discussões neste Blog.

Da próxima vez que for ao supermercado, fique de olho nas marcas!

iPad vs Kindle

O assunto desta semana na mídia foi o lançamento do iPad. E não há como negar que a Apple sempre lança produtos inovadores e que mudam o hábito das pessoas. Isso representa uma ameaça para o modelo de negócios da Amazon.

O Kindle da Amazon hoje custa USD 259 e o iPad da Apple varia de USD 499 a USD 699.

A disciplina dos líderes de mercado

Este ótimo livro de Michael Treacy mostra como algumas empresas tornaram-se líderes em seus setores e nos dá uma aula de posicionamento estratégico.

O conceito central do livro baseia-se na ideia da Proposta de Valor. Qual o valor que a sua empresa vai oferecer aos seus clientes e que vai torná-la única?  Somente fazendo esta escolha será possível torná-la uma líder de mercado.

Três tipos de posicionamentos podem ser adotados:

  • Product Leaders: Quando o foco está no desenvolvimento de produtos revolucionários, inovadores e com excelente qualidade.
  • Customer Intimacy: Quando o foco está no entendimento do cliente e na customização do serviço oferecido para atendê-lo na forma de uma solução completa.
  • Operational Excellente: Quando o foco é o menor preço e todo o processo produtivo precisa ser otimizado em busca do menor custo.

Não é possível agradar a todos os públicos ao mesmo tempo e a escolha da sua proposta de valor, automaticamente segmentará o seu mercado. Muito díficil para gestores movidos por resultados de curto prazo, que querem atender a todo tipo de cliente.

Trata-se de leitura obrigatória para todo profissional estratégico ou que esteja desenvolvendo um trabalho de posicionamento de marca.

Caso, queira compartilhar partes do livro, terei prazer em reler algumas delas, visto que tenho a versão on-line do livro no meu Kindle. Deixe seus comentários.

Boa leitura!

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