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Compre um iPad se você:

  • Tem pressa. Já pensou se toda hora que você quisesse acessar a internet para ler alguma notícia ou acessar sua rede social, você tivesse que ligar o computador e esperar o Windows entrar? O iPad é muito mais rápido. Você liga e já está navegando.
  • É antenado em tecnologia. Num das empresas que trabalhei, lembro-me que o presidente sempre perguntava ao diretor de tecnologia o quê o Arima tinha comprado de gadget legal ultimamente. Já comprou o iPad,  Patrick?
  • Tem dores nas costas. Se você já tem uma certa idade ou está com as costas arrebentadas como eu, deve  ficar cansado de ficar na frente do computador sentado numa cadeira desconfortável. Com um iPad é o dispositivo ideal para você acessar a internet sentado, deitado ou qualquer outro jeito que não seja numa tradicional mesa. Aliás, boa ideia: se conhecer alguém que esteja hospitalizado ou de cama, faça uma boa ação, empreste um iPad.
  • Viaja muito. Ocupa muito menos espaço que um laptop e você ler seus e-mails enquanto espera nas salas de embarque e dentro do avião você pode assistir a um filme ou ler um livro. Se você viaja de business e ainda abre seu notebook corporativo jurássico, saiba que você está demodê! Se você está indo de econômica esquece, se abrir um notebook e seu colega da frente detair a poltrona, só lhe resta dormir.
  • Utiliza redes sociais. Tudo bem que você já tem um iPhone. Mas tem coisas que você vai querer ver numa tela maior, como um vídeo, fotos ou ler com mais conforto. Fora a digitação que fica bem melhor no keyboard virtual do Ipad do que num iPhone.
  • Nao gosta de levar papel para as reuniões. Anote tudo no iPad. Você se acostuma a digitar no teclado touch screen. Use programas de MindMap (mapas mentais) para suas anotações ficarem mais organizadas. Minha sugestão é comprar o iThoughts por USD 8. Veja o vídeo demonstração se lhe interessar o tema.
  • Gosta de ler. Imagina poder ler revistas do mundo inteiro. Com o aplicativo da Amazon instalado no iPad, até seus livros do Kindle ficam sincronizados com o seu iPad. A loja da Apple ainda não é a melhor fonte de compra de bons livros.
  • Quer ser um cidadão globalizado. Com um aplicativo de rádio, eu posso escutar rádios do mundo inteiro que transmitem pela internet. Hoje em dia, a maioria já faz isso. Por exemplo, você morou fora durante alguns anos e agora tem a oportunidade de escutar aquela rádio da cidadezinha onde morava no exterior. Nostálgico. Bom para não esquecer o idioma também.

Feliz 2011!
Começo o Ano lendo a última parte de um excelente livro, “O que aprendi com Warren Buffet” do autor Barnett Helzberg. Este livro deve ser lido por empresários, gestores, empregados, estudantes, enfim, todo mundo. Seus capítulos são curtos mas trazem grandes lições.
Reproduzo abaixo o capítulo 41, que trata de empreendedorismo. Vale a pena a leitura.

Caro Futuro Empreendedor:

Tenho ouvido meus alunos de MBA dizerem que não iniciam suas empresas por não terem ideias novas.
Depois de ouvir a mesma argumentação ano após ano, fui atingido pelo brilho ofuscante do óbvio. Quando conversei sobre meus pensamentos com os alunos, reparei que ficaram tocados. Daí esta carta.
Em vez de uma nova ideia, você teria mais êxito se pegasse um negócio já existente no mercado e o fizesse melhor, muito melhor. Afinal, a Sony não inventou a televisão, e a Dell não inventou o computador.
As razões básicas são duas. Primeiro, você não precisa agir como um pioneiro, explorando um novo caminho. Segundo, você tem a oportunidade de analisar um setor, trabalhar nele e estudá-lo, antes de embarcar na jornada. Tenho a impressão de que, no mundo dos negócios, o sucesso se baseia muito mais em quem fez melhor do que em quem fez primeiro.
O importante é o seguinte: se você pretende mesmo seguir o caminho do empreendedorismo, não precisa esperar que os céus se abram e despejem uma ideia nova e brilhante. Você também pode conversar com clientes da empresa e perguntar:

  • De que você gosta no serviço ou mercadoria que está recebendo?
  • De que você não gosta no serviço ou mercadoria que está recebendo?
  • O que você gostaria de receber de diferente, nos serviços ou mercadorias?
  • A sua diligência deve incluir fornecedores, potenciais clientes e até concorrentes do mesmo setor que atuem em outras regiões do país, as quais você não pretende atingir. Você talvez se surpreenda com a receptividade de alguns. Se você conseguir administrar a rejeição, procure entrar em contato com muita gente. Se não, pense duas vezes antes de empreender a sua jornada. Muita rejeição é uma das recompensas do empreendedorismo!
    Boa caça e muito sucesso!
    Barnett”

    • Pesado: Difícil ficar deitado na cama e ler um livro com ele. Tenho um Kindle da Amazon e é muito mais leve e cômodo para a leitura de um longo livro.
    • Botão de liga/desliga mal posicionado: Isso já aconteceu várias vezes. Vocês está deitado, lendo seu livro, navegando e como ele é pesado, acaba tendo que se segurá-lo como pode.  Ai sem querer acaba apertando sem querer o botão de desliga.  A solução é simples, basta fazer um botão igual ao de “mute” da versão 4.2.
    • Não tem entrada de USB: Pra quê uma entrada de USB? Sinceramente, nunca senti falta. Mas tem gente que reclama disso.
    • O adaptador VGA só transmite vídeos: Achei que seria possível projetar o iPad num telão ou mesmo usá-lo num monitor. Mas não! Ao ligar o adaptador VGA no iPad, só os vídeos podem ser reproduzidos na tela do computador. Ficou meio limitado. Mas o Steve Jobs projetou a tela do iPad dele na apresentação de lançamento. Provavelemente um sistema operacional só dele!
    • Não reproduz animações em Flash: A navegação em muitos websites fica prejudicada. Em muitos deles, impossível navegar. Tudo bem que já tem agência de web mais esperta agora e evitando fazer sites em Flash para seus clientes.
    • Alguns vídeos do YouTube não funcionam: Não são todos os vídeos do YouTube que funcionam no iPad. A maioria funciona, não sei exatamente o motivo de outros não funcionarem.
    • Alguns websites não funcionam: Principalmente por causa do Flash, você não conseguirá fazer o upload de fotos no website do Mercado Livre, por exemplo.
    • A moldura é muito pequena: Quando você está segurando o iPad com uma mão, seja por quê está sentado ou deitado, você precisa segurá-lo com uma certa firmeza. O problema ocorre quando seus dedos que estão segurando invadem um pouco a área de contato da tela. Isso acaba fazendo você rolar a tela ou a bloqueia para outras interações de contato com a outra mão. Um pouco difícil de explicar.
    • Não possui setas de posicionamento de cursor. Só se você tiver um teclado bluetooth acoplado, pois sem isso não dá pra posicionar o cursor no meio de determinada palavra. (Obrigado ao alxbrum pelo ponto relembrado).
    • Você precisa de um suporte. Mais cedo ou mais tarde, você vai precisar de um suporte. Até dá pra ir a reuniões sem suporte nenhum. Você o coloca na mesa e digita. Mas vai perceder que a vida ficará melhor se, ergonomicamente falando, ele estiver melhor posicionado. (Obrigado ao alxbrum pelo ponto relembrado). Vide a foto do meu Zagg Mate. Obrigado ao Sócrates Melo pelo Zagg Mate presenteado.

    Enfim, são diversos os problemas que tem esta primeira geração de iPads. Comprei meu 32Gb + 3G em Setembro de 2010. Paguei USD 729 + impostos em uma loja em Fort Lauderdale, Florida.

    O que posso dizer é que não consigo ficar um só dia sem ele. Utilizo-o para trabalhar principalmente, mas também acessar a internet de qualquer lugar que estiver. Durante os finais de semana, também é peça fundamental para escutar rádios de todos os lugares do mundo, usar o Google Maps para traçar rotas, etc. Para mim, ele se tornou vital. Quase não utilizo mais o computador de casa. Apesar de todos os seus problemas, foi a melhor compra de 2010. Nem por isso, meu Kindle comprado em 2009 ficou no esquecimento. São dispositivos para finalidades diferentes, tudo bem que o Kindle terá vida curta.

    Mas que venha, o novo iPad! Farei o upgrade, com certeza!

    Fica também a dica: Ipad sem 3G fica muito limitado. Não compre a versão que só tem Wifi. Um plano da Claro para 3Gb custa aproximadamente R$ 70 e é suficiente para qualquer heavy user.

    É o fim da jornada de trabalho!

    Sabe aquele dia de trabalho que começa as 8h e termina às 18h ou algo parecido com isso? Ele está com os dias contados. Mas para nós, profissionais de marketing, já acabou faz tempo. Pense em todas as ideias criativas que você já teve? Quantas delas foram concebidas dentro do ambiente corporativo? Para mim, foram poucas as vezes. A maioria delas ocorreu fora do escritório nos mais diversos lugares. Chuveiro!

    E quando você tem um problema ou uma nova campanha a ser desenvolvida e ainda não sabe como fazer? Não fica obsecado com o problema te perseguindo o tempo todo? Mas você dorme e no dia seguinte, surge uma luz no fim do túnel.

    Sem falar no Blackberry. A qualquer lugar você está com o telefone lendo os e-mails e resolvendo os assuntos do trabalho. Hoje fui fazer fisioterapia e quando me pediram para eu deitar na maca deixei o celular na mesa. Mas quando a enfermeira falou que eu ia ficar ali por 30 min, aí não teve jeito. Tive que pegar o celular e deixá-lo comigo, bem perto.

    Por esses motivos digo que a jornada de trabalho acabou. Empresas que orientam suas ações baseadas em horário estão pensando pequeno. Limitar a mente humana a apenas 8h por dia é desperdiçar dinheiro corporativo. Deixe seus talentos livres. Livres para a criação e resolução de problemas. Cobre por resultatos e não pelo ponto!

    De volta ao “trabalho”! São 21h30min.

    Há muita gente que pensa que somente famosos e adolescentes tuitam. Outros ainda pensam que é excesso de exposição e inseguro estar no Twitter. Mas um menor grupo de pessoas e empresas já enxergam no Twitter uma ótima ferramenta para potencializar seus negócios.

    O Twitter está sendo usado pelas empresas para cumprir com alguns de seus objetivos de marketing. Mas independente das empresas quererem aumentar a divulgação de sua marca, trazer novos clientes, agregar valor aos seus consumidores, estar mais próximo de seu cliente, posicionar-se no mercado ou diferenciar-se de seus competidores, todas elas parecem estar se rendendo ao poder das mensagens de 140 caracteres.

    Muitos empresários já entraram neste universo e têm obtido êxito. Basta conferir a quantidade de pessoas interessadas em saber o que eles estão escrevendo, ou melhor, tuitando!

    Abaixo, alguns exemplos de posts em Julho de 2010.

    A fórmula adotada por eles é uma mescla entre assuntos profissionais e mensagens casuais. Não adianta ser 100% formal.  As pessoas seguem os empresários, porque além de se identificarem com as empresas e organizações que eles representam, elas querem também conhecer quem está por traz daquela instituição.

    A internet revolucionou a forma como nos comunicamos e nos traz hoje a possibilidade de encurtar distancias e trocar informações em tempo real, com pessoas de qualquer canto do mundo. Além disso, o Twitter é uma ótima ferramenta para saber o que seus clientes pensam ou como reagem de maneira transparente e instantânea.

    Empresários que tuitam colaboram com a humanização das organizações. Num mundo cada vez mais tecnológico, cada vez mais interligado e ao mesmo tempo distante e mais frio, pode ser um diferencial, ter uma organização “de carne e osso” e mais conectada com seus clientes.

    Aproveite o ambiente virtual proporcionado pelo Twitter e circule entre seus consumidores!

    Retrospectiva e recomendações dos livros que li em 2010.


    Good to Great, Jim Collins

    Foi o primeiro livro que li em 2010 e sem dúvida, o melhor deles. Todos os executivos deveriam lê-lo duas vezes. Este livro mostra como criar e administrar uma empresa excelente. Indicado para todos os profissionais de marketing e com poder de decisão.


    Managing Brand Equity, David Aaker

    David Aaker é a maior autoridade em branding e seus livros são referências. Este livro é fundamental para quem objetiva elevar o valor de sua marca no mercado. Quais as vantagens de ter uma marca valiosa? Como isso pode influenciar a decisão de compra dos consumidores? Imperdível. Comecei a lê-lo em Fortaleza.


    Creating Customer Evangelists, Ben McConnell

    Excelente livro que mostra como uma empresa pode agregar valor aos seus clientes. As redes socias são um canal ideal para aplicação e disseminação dos conceitos apresentados. Crie uma força de vendas a custo zero, tendo consumidores evangelizadores de seus produtos. Foi um presente de meu chefe.


    Safari de estratégia, Henri Mintzberg

    Leitura um pouco difícil e que explora sob diversos ângulos, as diferentes realidades das organizações que definirão diferentes estratégias. Texto bem acadêmico e com muitas referências a pesquisas. Foi recomendado no MBA. Chamou-me bastante atenção um capítulo dedicado a influência do poder das pessoas na definição das estratégias das organizações.


    10-10-10, Suzy Welch

    Neste livro, escrito pela esposa de Jack Welch, pensamos sobre como nossas decisões afetarão nossas vidas nos próximos 10 minutos, 10 meses e 10 anos. Confesso que a leitura do livro fica meio repetitiva depois de assimilado o conceito. Não compre! Pegue emprestado, assim como eu fiz.


    Samuel Klein e Casas Bahia

    Excelente livro! Ganhei numa palestra da Franklin Covey em Novembro de 2009. Terminei em 3 dias. Para quem se considera um empreendedor, leia a história de Samuel Klein! Uma lição de vida e algumas curiosidades sobre a construção das Casas Bahia. A primeira parte, que narra a sua vida nos campos de concentração explicam a determinação e a vontade de vencer deste homem. Lido em Julho de 2010.


    O Homem mais Rico da Babilônia

    Se você já leu Pai Rico Pai Pobre, poderá achar os conceitos deste livro bastante parecidos. Trata-se de um livro de finanças pessoais que vai lhe passar alguns conceitos fundamentais para conquistar tranquilidade financeira e aprender a lidar com o dinheiro. Quanto mais jovem iniciar a leitura deste livro, melhor. Este livro já teve mais de 1.500.000 leitores nos EUA. O livro é pequeno, a leitura é interessante e pode ser concluído em 3 dias.


    Personal Branding, Construindo sua marca Pessoal

    Sensacional livro. Recomendo a todos. Quando mais jovem ler, mais vantagens tirará!


    Você sabe o que estas empresas fazem?

    Mahindra Satyam é uma empresa indiana de consultoria e serviços, fundada em 1987. Ela é patrocinadora da Copa do Mundo de 2010 e a provedora oficial de serviços de TI para a copa do mundo de 2010. Eles desenvolveram para a FIFA diversos sistemas e softwares para controlar o bom funcionamento do evento.

    Continental é uma empresa  alemã fabricante de pneus fundada em 1871. Ela também é patrocinadora  da Copa do Mundo de 2010.

    Ambas as empresas conseguem, nesta Copa, colocar suas marcas nos estádios. Milhões de pessoas ao redor do mundo inteiro verão estas duas marcas em suas televisões durante alguns jogos da copa. A exposição destas marcas de maneira efetiva e repetitiva contribuirá para um aumento de Brand Equity para ambas.

    Mas para quem não sabe o que a Mahindra Satyam faz, assistindo aos jogos da copa, poderá continuar  sem saber. Isso acontece pois  quando a marca aparece na televisão ou em fotos, somente se vê o logo da empresa que não passa da escrita diferenciada das palavras Mahindra e Satyam. Mas o que esta empresa faz?  Não há mais nada escrito, nem foto, nem slogan.

    Já a Continental mostra seu nome sempre junto com um pneu. As pessoas que ainda não conhecem a marca farão esta associação. Da próxima vez que for trocar de pneu e lhe oferecerem a marca X, Y ou Continental, pelo menos, com a marca Continental você já terá alguma familiaridade. E o que o Brand Equity diz é que isso pode influenciar na sua escolha.

    Pense nisso ao fazer uma ação de branding.

    Mantenha o seu foco no cliente, mas evite os erros abaixo.

    1. Enviar uma newsletter com o “Por favor, não responda a este e-mail”. Muitos não perceberam que um fator de grande sucesso das redes sociais está na comunicação bi-lateral. Hoje e sempre os consumidores querem e quiseram ser ouvidos. A web 2.0 é colaborativa e as pessoas querem interagir. Por quê achar que as pessoas vão receber seu e-mail e não terão o direito de te responder? Pelo contrário, deveria haver um link para feedbacks e sugestões.
    2. Não ter um telefone para contato no seu website. Desde uma empresa prestadora de serviços até uma fábrica, você precisa dos seus consumidores para fazer negócios, certo? E por quê não quer falar com eles? Se você tem problemas internos de não conseguir suportar o volume de ligações recebidas, acha justo que os seus clientes paguem o pato?
    3. Call-center sem opção de falar com uma operadora.  Do que adianta ter um telefone para contato se nenhuma das opções do atendimento automático atende suas necessidades? É preciso falar com alguém. E esta opção deveria estar clara no menu e ser uma das primeiras opções, não acha?
    4. Não dar desconto à vista. Não se pode aceitar os juros quando se quer pagar à vista, nem as taxas embutidas das operadores de cartões de crédito ou débigo quando se quer pagar em dinheiro.
    5. Valorizar o cliente só quando ele está indo embora. Por quê é preciso implorar para se cancelar um cartão de crédito? Por quê, só quando estamos cancelando que nos é bonificada uma anuidade? Não é na hora da despedida que se deve valorizar um cliente, mas durante todo o ciclo de vida do mesmo.
    6. Não ter um serviço padronizado. Produtos fábricados em série tendem a ser iguais e terem uma mesma característica. Mas quando falamos de serviços, a realidade é diferente. Não se pode prestar um serviço bom num dia, excelente no outro dia e ruim num terceiro dia. O consumidor cria expectativas baseadas em sua experiência ou recomendação de outros. Oscilar no nível do serviço prestado é altamente prejudicial.
    7. Não responder e-mail. Parece óbvio que a obrigação de toda empresa é responder os e-mails que recebe. Mas aqui não estou falando disso. Estou falando das empresas em que você entra em contato por e-mail, expões o seu problema, mas ela te pede pra ligar num determinado número. Ora, o mínimo que se espera é que a empresa ligue; não você!

    Volto a dizer: tem muita gente fazendo coisa ruim no mercado e ganhando dinheiro. Quem focar na qualidade de atendimento, serviço e produto, simplesmente ganha o mercado.

    Na sua opinião, qual seria o oitavo erro de marketing que as empresas estão cometendo? Escreva!

     

    Foco no consumidor

    O que as empresas deveriam fazer para potencializar suas vendas?

    Você já comprou algo porque alguém te convenceu que era muito bom? Com certeza você já deve ter passado por isso alguma vez. E o contrário também é valido. Você já deve ter convencido alguém a comprar um produto ou serviço.

    A situação acima descreve um tipo de consumidor que todas as empresas sonham em ter, são os evangelizadores. Em inglês, customer evangelists. Por quê é tão interessante para as empresas estar cercada de evangelizadores? Simples, o baixo custo. É muito mais barato ter alguém fazendo a venda do seu produto proativamente do que investir em propaganda ou ter dezenas de vendedores a mais para fazer este papel.

    E como as empresas podem ter seus evangelizadores? Tendo um produto de qualidade superior que seja vendável por si só? Não, é preciso investir nos seus clientes. O foco precisa estar no consumidor.

    Como fazer isso:

    1. Esteja em contato com seus consumidores. Esteja perto dos seus consumidores e sinta na pele o que eles estão sentindo. Se você é responsável por uma empresa de aviação, viaje com os passageiros na classe econômica e converse com eles.
    2. Vasculhe a web. Veja o que estão falando de sua empresa na internet. Participe das redes sociais e permita que as pessoas tenham mais um canal de comunicação com sua empresa. Por mais que andam falando das inúmeras vantagens das redes sociais, para mim, ter um canal onde o consumidor pode se expressar é o maior benefício.
    3. Tenha um espaço para comentários no seu website. Facilite o trabalho dos consumidores que querem falar com você para dar sugestões, reclamar ou comprar. Você sabia que só reclamam 1 em cada 26* consumidores insatisfeitos?
    4. Veja o que está acontecendo no call-center. Você sabe exatamente que tipo de ligação seu call-center está recebendo? Quantas reclamações, quantas dúvidas, quantos consumidores interessados em seus produtos? O quê as pessoas estão falando que você não está usando em seu favor?
    5. Pesquisa de Satisfação. Faça uma pesquisa de satisfação através do telefone ou uma pesquisa on-line para realmente entender o que os consumidores acharam do produto comprado ou serviço realizado.
    6. Crie um Advisory Board. Convide alguns consumidores a se reunirem regularmente com você a fim de te dar feedbacks e inputs sobre seu produto ou serviço. Também pode ser uma ótima ocasião para comparem o seu trabalho com o da concorrência.

    Faça tudo isso e estará no caminho certo para ter um produto excepcional ou prestar um serviço diferenciado. Os evangelizadores virão naturalmente. Mas não cometa o erro de pensar que só porque tem um produto excelente ou serviço impecável possam existir evangelizadores. É preciso saber o que realmente os seus consumidores querem e pensam. Foco no cliente!

    Conceitos extraídos do livro Creating Customer Evangelists dos autores Ben McConnell e Jackie Huba.

    *Fonte TARP, uma empresa de pesquisa americana.

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